Projeto 12 Cores: Amarelo

15 de setembro de 2017


De acordo com o Portal G1:

No Brasil, o índice de suicídios perde apenas para homicídios e acidentes de trânsito entre as mortes por fatores externos (o que exclui doenças). Em todo o mundo, entre os jovens, a morte por suicídio já é mais frequente que por HIV. Entre idosos, assim como entre pessoas de meia-idade, as incidências também avançam.

Um dos estudos mais completos sobre o tema, feito pelos pesquisadores Daiane Borges Machado e Darci Neves dos Santos, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), analisou dados do Sistema de Informações sobre a Mortalidade Brasileira (SIM), Datasus e IBGE entre os anos 2000 e 2012 no Brasil.

As pessoas que mais se suicidaram foram as menos escolarizadas, indígenas (132% mais casos que na população em geral) e homens maiores de 59 anos (29% a mais que as outras faixas etárias). O Mapa da Violência de 2014 (levantamento mais recente) também aponta uma alta de 15,3% entre jovens e adolescentes no Brasil, de 2002 a 2012.

No dia 10 de Setembro é o dia escolhido para falarmos sobre Prevenção ao Suicídio. Dai surgiu a campanha setembro amarelo, realizada todo mês de setembro, com o objetivo de realizar sensibilização a respeito da temática no Brasil.

Nós sabemos que o sofrimento psíquico é banalizado, que as pessoas sofrem ano após ano, sem expectativa de melhora, sem receber o tratamento adequado e apoio dos entes queridos. É triste dizer que além de banalizado, este tipo de sofrimento é estigmatizado. Quem vai ao psicólogo/psiquiatra é louco. Iniciativas de prevenção e promoção de saúde mental são negligenciadas pela nossa sociedade que cada dia adoece mais. 

Vamos buscar alternativas, outros meios de ter uma vida mais saudável: corpo e mente. Vamos nos unir antes de julgar, vamos ser empáticos. Não é todo mundo que consegue lidar com o  sofrimento psíquico do outro, desta forma, antes de fazer ou falar alguma coisa que possa dificultar a situação, mostremos o caminho da ajuda especializada a essas pessoas. Vamos cobrar politicas públicas de saúde mental. Vamos celebrar a vida!


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Um comentário:

  1. Concordo com tudo! Ninguém sabe a dor de ninguém, mas se tivermos um pouco de compaixão conseguiremos nos colocar no lugar do outro e ajudar.

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