{Entrevista} Day do blog Ideias Trocadas

8 de fevereiro de 2016



{Lembram que o Blog fez aniversário e alguns leitores ganharam ilustra + entrevista? Saindo mais uma do forninho, dessa vez com a Daiane do Interior de São Paulo. }

O Blog Ideias Trocadas  nasceu em 2013 em um momento da vida da Day que ela estava meio sozinha. Tinha algumas pessoas a sua minha volta, mas sentia falta de falar mais sobre os assuntos que me interessavam. 

Ela Nasceu em Taquarituba - Interior de SP. Tem 25 anos, casada há 7 anos e mãe do pequeno Adam de 4 meses.  Atualmente divide seu tempo em cuidar do baby, casa, marido, blog e ajudar seus pais. Sempre quis cursar Fotografia (até já pegou alguns trabalhos na área), mas atualmente é um hobby. E uma grande nova paixão que está crescendo é a culinária.

Qual é o seu sonho?
Meu sonho, na verdade meus sonhos são simples, me encontrar profissionalmente, deixar minha casa como planejamos e conhecer lugares novos .

Sobre o que você fala no seu blog e quando criou ele?
O blog foi criado no dia 12 de Janeiro de 2013 (ele fez 3 aninhos  ). Nele eu falo de tudo que eu gosto como: receitas, fotografia, coleções, canecas, look, e desejos. Falo do que está  acontecendo na minha vida como: a descoberta da gravidez, desabafos, a chegada do Adam e a reforma que esta acontecendo aqui em casa.

De quando você começou no universo dos blogs até os dias de hoje, o que mudou na sua vida? O que o blog acrescentou para você?
Com o blog eu mudei como pessoa, mudei pensamentos, aprendi que não precisa estar perto pra ser amigo, tanto que conheci pessoas maravilhosas que considero muito. 
Eu aprendi que as pessoas e a gente muda a todo tempo, e que tem um mundo grande a nossa volta cheio de coisas legais e conhecimento nos esperando. 

Como você concilia a sua rotina diária com a vida de blogueira?
Antes era mais fácil, mas hoje com um baby novo em casa eu não tenho rotina na verdade. Aproveito todas as horas de sono dele ou que alguém quer ficar com ele e vou fazer as tarefas que tenho aqui em casa e preparando posts pro blog. Nem sempre tudo sai como a gente imagina, até queria mais tempo pra colocar em práticas as ideias que tenho pro blog, mas por enquanto é o que consigo.

O que você fazer quando está sem criatividade para posts?
Visito blog, leio novamente os comentários do meu blog, e dou uma olhada nos posts antigos, sempre surge uma ideia nova.

As pessoas próximas de você sabem que você é blogueira? Como você reage diante disso?
Nem todas, mas tem muita gente que sabe sim. As vezes fico meio tímida em relação a isso (ao blog), principalmente quando me falam que viram tal post, mas eles sempre agem com tanta naturalidade e me apoiam que passa logo hehe.

Você pretende levar o blog como profissão ou apenas hobbie?
Não sei, ás vezes penso em uma profissão, outras penso que é melhor assim, por hobbie. Mas a verdade é que estou deixando as coisas acontecerem.

Você divulga seu blog? Como?
Divulgo sim. Quando tem post novo sempre falo no Instagram e página e grupos do Facebook, algumas vezes em grupos do Google. E as vezes compartilho algumas coisas no meu perfil pessoal do Facebook.

Quais blogueiras você mais admira?
A Ana do blog Querida G.A., a Talita do Cereja Rocks e a Dani do Dani Perere.

Deixe dicas para os leitores do blog a respeito do mundo blogueiro que considera importante...
Faça com amor. Pode parecer clichê porque muita gente fala isso, mas se você esta começando um blog (ou começou) tenha calma, de seu melhor, e faça com amor. Pense sempre se você gostaria e leria o seu blog, se a resposta for sim, você está no caminho certo, e se for não pense o que poderia melhorar.

E a Ilustra que ela ganhou feita pela Lais do Britanic Red

{Filmes} Vivendo na Eternidade (2002) e A Incrível históra de Adaline (2015)

7 de fevereiro de 2016


VIVENDO NA ETERNIDADE 

Sinopse: Na 2ª década do século XX vive Winnie Foster (Alexis Bledel), uma "ave em uma gaiola de ouro", pois seus pais são muito ricos mas não a deixam aproveitar a vida. Isto é tudo que uma jovem de 15 anos deseja, mas ela está proibida de se "misturar" com outras pessoas. Esta situação muda bruscamente quando vê Jesse Tuck (Jonathan Jackson) bebendo em uma fonte, que fica no pé de uma árvore num bosque próximo da sua casa. Inicialmente ele tentou intimidá-la, mandando-a ir embora, mas ela se negou, pois o pai dela era o dono do bosque.  Winnie acaba conhecendo a família Tuck, que a recebe gentilmente. Seu medo inicial é substituído por uma sensação de liberdade, que nunca experimentou na vida. Mas a familía Tuck esconde um segredo, são imortais. Paralelamente os pais de Winnie acham que foi seqüestrada e organizam uma busca.


A INCRÌVEL HISTÒRIA DE ADALINE

Sinopse: Adaline Bowman (Blake Lively) nasceu na virada do século XX. Ela tinha uma vida normal até sofrer um grave acidente de carro. Desde então, ela, milagrosamente, não consegue mais envelhecer, se tornando um ser imortal com a aparência de 29 anos. Ela vive uma existência solitária, nunca se permitindo criar laços com ninguém, para não ter seu segredo revelado. Mas ela conhece o jovem filantropo, Ellis Jones (Michiel Huisman), um homem por quem pode valer a pena arriscar sua imortalidade.

Levanta a mão que já pensou em ser jovem para sempre, desfrutar de uma vida eterna e ter tempo para tudo? Euzinha já! Quantas coisas não poderia fazer. Mas eu me conheço, eu ficaria entediada rapidinho. Tarefas por mais prazerosas que sejam a principio, se tornam enfadonhas posteriormente.  Nos proporcionando uma dose extra de vazio com cubos de solidão. 

A passagem do tempo é assutadora, que ás vezes nos pegamos pensando nessas possibilidades. A  grande questão é: Como controlar o tempo?Os anos vão passando, sonhos vão ficando encalhados, e a juventude é sinônimo de felicidade. Que só jovens podem ser felizes e têm o direito de buscar sonhos. Nós que gritamos aos quatro vento que não queremos seguir os padrões impostos pela sociedade, nos vemos preso nessa intricada teia de aranha, que vem com um bônus: A sensação de que estamos perdendo tempo e não estamos realizando nada. Um dos piores sentimentos que carregamos!

Este dois filmes falam sobre isso, sobre a imortalidade. O peso de quem carrega a eternidade. A dificuldade em formar vinculos, e quando eles são formados, o peso da perda destes mesmo vinculos. O fardo de carregar dores emocionais por anos a fio, podendo perdurar por toda eternidade. 

A vida eterna parece uma dádiva. Mas será mesmo? Será que envelhecer não seria uma dádiva? E que talvez não seja isso que nos impulsione a procurar uma vida de significado e não apenas existir? Sei que temos medo da velhice, porque nos parece ser uma fase pertubadora, nos quais nos vemos incapazes. Mas também, temos que entender que os ciclos têm inicio, meio e fim. E que temos que apenas seguir a roda do tempo, buscando uma vida de significados. 

{Leitura} Grande Magia- Vida Criativa Sem Medo

5 de fevereiro de 2016



Sinopse: Ao compartilhar histórias da própria vida, de amigos e das pessoas que sempre a inspiraram, Elizabeth Gilbert reflete sobre o que significa vida criativa. Segundo ela, ser criativo não é apenas se dedicar profissional ou exclusivamente às artes: uma vida criativa é aquela motivada pela curiosidade. Uma vida sem medo, um ato de coragem.
A partir de uma perspectiva única, “Grande Magia” nos mostra como abraçar essa curiosidade e nos entregar àquilo que mais amamos. Escrever um livro, encontrar novas formas de lidar com as partes mais difíceis do trabalho, embarcar de vez em um sonho sempre adiado ou simplesmente acrescentar paixão à vida cotidiana. Com profunda empatia e generosidade, Elizabeth Gilbert oferece poderosos insights sobre a misteriosa natureza da inspiração.



No livro, Elizabeth, autora de Comer, Rezar e Amar  fala sobre sua experiência em seis capítulos:

Coragem
Encantamento
Permissão
Persistência
Confiança
Divindade

Gostei muito da definição da autora sobre viver uma vida criativa é mais do que se dedicar a arte, é viver uma vida motivada pela criatividade. Comecei o livro muito animada, mas nos primeiros capitulos fiquei entendiada. Muito entediada! Achei frases muito bonitas, gostei do jeito que ela escreve através de metáforas, mas leitura ao invés de ser de auto-ajuda, estava maçante. Achei tudo muito bonito, mas nada original, nada que já não tivesse lido antes. Contudo, já tinha começado a leitura, resolvi me forçar a terminar. 

Até que chegou num capítulo que verbalizou e concretizou meu pensamento:

Seu emprego fixo
"Durante todo o tempo em que fiquei praticando para me tornar escritora, sempre tive um emprego fixo.
Mesmo depois de publicar alguns trabalhos, por via das dúvidas, não larguei meu emprego fixo. Na verdade, não larguei meu emprego (ou, para ser mais exata, meus empregos) nem depois de já ter escrito três livros — todos eles publicados por grandes editoras e com boas resenhas no New York Times. Um deles foi até indicado ao National Book Award. Para quem olhasse de fora, talvez pudesse parecer que eu já estava com a vida ganha. Mas não me arriscaria, então mantive meu emprego fixo.
Só depois de ter publicado meu quarto livro (ou seja, só depois do sucesso aberrante de Comer, rezar, amar) finalmente me permiti largar todos os outros trabalhos e passar a me dedicar exclusivamente a escrever livros. Agarrei-me a essas outras fontes de renda por tanto tempo porque não queria que a
responsabilidade de me sustentar se tornasse um fardo para minha escrita. Sabia que não seria uma boa ideia exigir isso dela, pois no decorrer dos anos vi muita gente assassinar a criatividade ao querer que a arte pagasse suas contas. 
Vi artistas enlouquecerem e acabarem sem um tostão por essa insistência em que só poderiam ser considerados verdadeiros criadores se conseguissem viver exclusivamente de sua criatividade. E quando a criatividade lhes falha (ou seja, quando não paga as contas), ficam ressentidos, têm crises de ansiedade ou até mesmo vão à falência. E o pior de tudo: muitas vezes deixam completamente de criar.
Sempre considerei uma enorme crueldade exigir um contracheque mensal de seu trabalho criativo, como se a criatividade fosse um emprego público ou um fundo fiduciário. Olhe, se você conseguir viver confortavelmente de sua inspiração para sempre, fantástico! Esse é o sonho de todo mundo, certo? Mas não deixe que o sonho se torne um pesadelo. 
Responsabilidades financeiras podem exercer uma enorme pressão sobre as sutilezas e os caprichos da inspiração. Você precisa lidar com seu sustento de maneira inteligente. Alegar que é criativo demais para pensar em questões financeiras é ser infantil. E, por favor, eu lhe imploro: não se infantilize, pois isso é degradante para a alma. (Em outras palavras, embora certa inocência infantil seja algo positivo na busca da criatividade, a criancice é perigosa.) Outras fantasias infantilizadoras incluem: o sonho de se casar por dinheiro, de herdar dinheiro, de ganhar na loteria ou de encontrar um cônjuge provedor (seja homem ou mulher) que cuide de todos os aspectos mundanos de sua vida para que você possa ficar livre para comungar com a inspiração pelo resto de seus dias em um casulo sossegado, totalmente protegido dos inconvenientes da realidade. Fala sério.
Isto é um mundo, não um útero. Você pode cuidar de si mesmo e da sua criatividade ao mesmo tempo, como muitas pessoas vêm fazendo há séculos. E mais: cuidar de si mesmo traz um profundo sentimento de honra, e essa honra tem grandes repercussões sobre seu trabalho; ela o torna mais forte.
Além disso, talvez haja períodos em que você consiga viver de sua arte e outros em que não consiga. Isso não precisa ser encarado como uma crise; é mais do que natural em meio às constantes mudanças e incertezas da vida criativa. Ou talvez você tenha assumido um grande risco para poder seguir um sonho criativo e não tenha tido o retorno esperado, então agora precisa trabalhar para o establishment por um tempo para economizar dinheiro até chegar a hora de correr atrás de seu próximo sonho. Tudo bem.
Faça o que for preciso. Mas gritar com a criatividade, dizendo “Você precisa ganhar dinheiro para me sustentar!”, é quase como gritar com um gato. A criatividade não tem a menor ideia do que você está dizendo. Tudo o que você está fazendo é espantá-la com toda a barulheira e as caretas estranhas que faz enquanto grita.
Continuei trabalhando em meus empregos fixos por tanto tempo porque queria manter minha criatividade livre e segura. Tinha fontes de renda alternativas para que, quando minha inspiração não estivesse fluindo, eu pudesse tranquilizá-la, dizendo: “Não se preocupe, amiga. Não tenho pressa. Quando você estiver pronta, estarei aqui”. Sempre estive disposta a dar duro para que minha criatividade pudesse correr solta. Ao fazer isso, me tornei meu próprio patrão; meu próprio cônjuge provedor. 
Nem sei quantas vezes tive vontade de dizer a artistas estressados e quebrados financeiramente: “Cara, deixe de ser orgulhoso e arranje um emprego!”. Não há vergonha nenhuma em ter um emprego. Vergonha é espantar a criatividade exigindo que ela o sustente. É por isso que, sempre que alguém me diz que está largando."

O capítulo não está na integra e me fez pensar sobre o que um professor falava sobre a arte, algo mais ou menos assim: "A arte não têm obrigação de salvar ninguém, ela não tem essa missão". E é assim mesmo, seja livre com sua criatividade, se expresse, mas não obrigue seu hobby a ser tudo na sua vida, você e nem sua liberdade merecem viver oprimidos.

Outro capítulo que gostei muito, foi "Pinte seu boi", o seu boi é o seu corpo, é você. Cuide de você, se cubra de cuidados que te deixe mais satisfeito com que você verá no espelho e isso atrairá inspirações, criatividade. 

E para finalizar uma pergunta que a autora nos deixa:

"Na verdade, a curiosidade só lhe faz uma simples pergunta: “Existe alguma coisa pela qual você se interessa?”.
Qualquer coisa?
Mesmo que seja só um pouquinho?
Não importa quão pequena ou trivial.
A resposta não precisa virar sua vida de cabeça para baixo, fazer com que você largue o emprego, forçá-lo a mudar de religião nem deixá-lo em um estado de fuga dissociativa; só precisa prender sua atenção por um instante. Mas, nesse instante, se você puder fazer uma pausa e identificar um interesse em alguma coisa, por menor que seja, a curiosidade lhe pedirá parar virar a cabeça um centímetro e dar uma olhada mais de perto naquilo.
Faça o que ela lhe pedir.
É uma pista. Pode não parecer nada, mas é uma pista. Siga essa pista. Confie nela. Veja aonde a curiosidade o leva em seguida. Então siga a pista seguinte, e a seguinte, e a seguinte. Lembre-se, não precisa ser uma voz no deserto; é apenas uma inofensiva caça ao tesouro. Seguir essa caça ao tesouro da curiosidade pode levá-lo a lugares incríveis e inesperados. Talvez o leve até sua paixão, ainda que por um caminho estranho e impossível de rastrear, de becos escuros, cavernas subterrâneas e portas secretas."

Eu tive que ler 192 páginas, sobreviver ao tédio, para encontrar três capítulos interessantes. Elizabeth falar sobre isso também, passar pela fase do tédio quando iniciamos uma jornada pode render bons resultados. Enfim, sobrevivi a tudo isso, para encontrar três preciosos capítulos. Por conta desses capítulos, recomendo a leitura para quem quer melhorar a vida em 2016 ou que esteja passando por uma fase de bloqueio criativo. 
O livre recebeu nota 2,5, numa escala de 01 a 05. 

Porque eu tenho vontade de conhecer a India

2 de fevereiro de 2016


Eu acredito que somos muito influênciados pelo nosso ambiente, o desejo de conhecer alguns lugares veio da literatura, como Londres graças a Harry Potter. Nova Zelândia, pois lí muitos livros escritos por Robyn Donald que se passavam por lá e Ilheus-BH, graças as leituras de Jorge Amado na Adolescência. E fui a Ouro Preto certamente, embebedada pela leitura de "A Ladeira da Saudade" de Ganymedes José. Eu passeava pelos lugares e lembrava certinho da descrição que o autor fazia no livro. É mágico!

Ultimamente tenho notado meu interesse pela India e tenho me perguntado de onde ele vem e ai analisando um pouquinho o que  tenho visto cheguei as minhas "influências":

Música: Lean On - Major Lazer & DJ Snake
Adoro essa música, adoro esse clipe! Se você escutar apenas a música, vai se lembrar da India, não tem como evitar a referência.


Clipe: Hymn for weekend- Coldpaly Feat. Beyoncé
O clipe foi gravado em Mumbai, na India, e com a Queen B toda poderosa com looks estilo Deusa Indiana. 


Novela: Caminho das Indias
A reprise da novela está no ar, apesar de raramente assistir, mas quando posso admiro muito os figurinos, maquiagens e danças inspiradas na cultura indiana.


Personagem de seriado: Kala de Sense 8
Kala é um dos Sense, farmacêutica, indiana e vive na India. Adoro como através desta personagem conhecemos mais sobre os costumes Indianos, intolerância religiosa e, claro dança!


Filme: Comer, Rezar e Amar
No filme, a protagonista, Liz parte numa jornada em busca de autoconhecimento, e acaba mostrando um pouco da espiriualidade da India. Super recomendo :)


Gente, é muita influência subliminar nesse mundo, como evitar isso? Haha!
E você? Tem algum lugar que você deseja conhecer muito?
Quais são suas influências?

{Inspiração} Carnaval 2016

30 de janeiro de 2016



Gente eu não sou muito fã de Carnaval, eu até já arrisquei ir em alguns, mas me entedio muito facilmente. Porém, quando vai chegando a época adoro ver as tendências carnavalescas, tudo com muito brilho e cor. Por isso selecionei várias inspirações para vocês.


ONDE COMPRAR FANTASIAS E ACESSÒRIOS?
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